Agosto Lilás já é tão importante quanto o Outubro Rosa


Campanhas para o enfrentamento da violência contra as mulheres leva marcas a gerarem valor social e se conectarem genuinamente com seus públicos, desde que sejam relevantes de fato.

Tatiana Ponce, CMO e head de pesquisa e desenvolvimento para Natura Global, faz uma análise sobre a responsabilidade das marcas na geração de valor social, desde que estejam genuinamente conectadas aos seus públicos. Confira o artigo na íntegra, que teve colaboração de Letícia Passini, executiva de reputação e comunicação do Instituto Natura América Latina.

Movimento pela vida das mulheres

Lançado neste Agosto Lilás, o Movimento Pela Vida das Mulheres, liderado por Avon e Instituto Natura ao lado do Senado FederalInstituto Maria da PenhaGrupo Mulheres do BrasilGênero e Número e NO MORE Brasil, vem repercutindo nos principais veículos de imprensa do país.
Com atuação prevista até 2035, a iniciativa busca enfrentar uma lacuna estrutural de informação e conscientização que contribui para que o Brasil mantenha, há seis anos, uma média de mais de quatro mulheres mortas por feminicídio por dia, conforme dados do Ministério da Justiça.

O Movimento pretende ampliar a capacidade da sociedade de reconhecer e nomear as diferentes formas de violência, saber como agir de maneira responsável e segura e reconhecer esse problema social como uma responsabilidade coletiva, com uma convocação especial aos homens para que se tornem aliados no enfrentamento à violência de gênero.

A primeira mobilização pública do Movimento é a campanha Somos Maiores que a Violência, criada pela Avon e pelo Instituto Natura e apoiada pelas organizações que integram a iniciativa.
A campanha dá continuidade ao trabalho iniciado em 2025 com Chame pelo Nome, que convidou a sociedade a reconhecer violências muitas vezes naturalizadas ou invisibilizadas, como a moral e a patrimonial. Neste ano, o chamado passa a reunir reconhecimento e ação, agregando orientações sobre como apoiar uma mulher em situação de violência. 

Acesse a página especial www.institutonatura.org/agostolilas, com informações, dados, orientações e materiais para compartilhamento nas redes sociais, ampliando o acesso ao conhecimento para que mais pessoas possam reconhecer, nomear e agir diante das violências contra as mulheres. 

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